Baldio — Conteúdo

Moderação de conteúdo

O Baldio funciona por confiança — os projectos e eventos são publicados imediatamente, sem aprovação prévia. Mas confiança sem responsabilidade não chega. É aqui que entram os moderadores.

Como funciona agora

Auto-publicação com responsabilidade partilhada

Qualquer pessoa pode adicionar um projecto ou evento ao Baldio sem aprovação prévia. Acreditamos que os movimentos de transição e regeneração em Portugal são maioritariamente compostos por pessoas de boa-fé — e tratar toda a gente como suspeita até prova em contrário não é o tipo de plataforma que queremos ser.

Mas a auto-publicação tem limites reais: dados errados, projectos abandonados que continuam activos, conteúdo desalinhado com os valores do Baldio, ou entradas duplicadas. Estas situações acontecem — e alguém tem de as resolver.

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Dados incorrectos
Localização errada, contactos desactualizados, datas incorrectas.
🌀
Duplicados
O mesmo projecto adicionado várias vezes com nomes ligeiramente diferentes.
⚠️
Conteúdo desalinhado
Entradas que não se enquadram nos valores ou âmbito do Baldio.
🕳️
Projectos inactivos
Iniciativas que terminaram mas continuam visíveis como activas.
O papel dos moderadores

Não é policiamento — é curadoria

Os moderadores do Baldio não são guardiões que aprovam ou rejeitam à entrada. São pessoas dos próprios movimentos que conhecem o território — e que ajudam a manter a informação rigorosa, actualizada e útil para todos.

Corrigir e completar dados
Actualizar localizações, contactos, descrições — especialmente quando o criador original não está acessível.
Marcar como inactivo ou arquivo
Projectos que terminaram não desaparecem — ficam arquivados, parte do registo do que aconteceu.
Remover conteúdo inadequado
Spam, entradas duplicadas, ou conteúdo que claramente não pertence ao Baldio — sempre com critério e transparência.
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Responder a reports
Avaliar os reports públicos de /reportar e agir em consequência.
Quero ser moderador

Candidatura aberta

Procuramos pessoas que façam parte dos movimentos de transição, permacultura ou regeneração em Portugal — não engenheiros de conteúdo, mas habitantes do território que indexamos. Não é um trabalho remunerado nem um cargo formal — é uma forma de contribuir para algo comum.

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